segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

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Questiono-me: De que fujo? O que procuro?

6 comentários:

barrigagolfinho disse...

Do que foges e o que procuras?? Cheira-me que queres respostas filosóficas. Então aqui vai a minha resposta filosófica, com a vantagem de ter mais uns aninhos poucos de vida do que tu.
Não sei do que foges ou o que procuras, mas quando souberes, avisa-me e avisa toda a gente. Que no fundo, no fundo, devemos todos andar a fugir e à procura da mesma coisa.
Always a pleasure to be helpful! ;)
Beijo

Vicente Roskopt disse...

http://www.youtube.com/watch?v=2LAuzT_x8Ek


talvez a resposta esteja no fim do filme=)

V. disse...

Eu tenho as respostas. De que foges? De ti. Que procuras? A mim.
Mais alguma coisa?

StormInTheMorningLight disse...

V.:
A modéstia também te fazia bem!!
Sem mais questões! =)

V. disse...

pura brincadeira..:-)))

visconde d'arenilha disse...

ana,
Esse foi, como já tive oportunidade de explicar lá, no próprio local do crime, um mero jogo de palavras, algo absolutamente instintivo, uma espécie de candidato a ovo de colombo das charadas de sentimentos ou a reacção a um convite directo e irrecusável do teu escrever. E isto é só meio a brincar, se pensarmos bem, já que ambas as respostas que te deixei servem uma mesma lógica, que nem por isso deverá estar longe de uma verdade tua, pensa bem. Se não, vejamos.
De que foges? De ti, seguramente, que é onde mora o medo que te desinquieta e impele para a fuga, julgo que não há dúvida nesse aspecto, certo? E o que procuras? 'Ora, 'a mim', essa será a resposta certa, com a certeza possível, a existir uma. Terá é que ser dada pela pessoa certa também, para que seja completo o seu sentido e plenamente eficaz o seu fantástico poder curativo, mas isso já extrapola o nosso contexto, o nosso assunto, o universo literário em que nos movemos e onde as minhas respostas encontraram as tuas perguntas. Mas aquela resposta, aquele grito de presença, esse é seguramente o eco da tua e de todas as grandes inquietações da alma humana. E quero crer que o melhor de todos os linimentos para as chagas do espírito. Um verdadeiro Tamiflu para pandemias da paixão, digamos, já em esforço. :-))

moral da história? Há que duvidar do óbvio, sempre. Não há nada mais enganador, digo eu. Não, Ana?